E aí, galera! Ó quem tá aqui??? Eu... Grasiélli Caldeira, a tal, a fatal, a total, a banal, a sacal, a... eticétera e tal!
Pissuar, tava com saudade de escrever aqui, mas andei uns bons dias sem ter o que dizer, mas tô de volta.
Segunda escrevo mais...rsrsrs... é que já são 17:52....
bjos.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
sexta-feira, 9 de maio de 2008
QUERIDOS AMIGOS!
Sempre gostei muito de Maria Adelaide do Amaral. Pra mim, ela é fantástica! Uma escritora que consegue captar a essência de uma época, de um estilo, de uma vida. Que conseguiu falar de uma amizade tão linda que muitos de nós temos e por vezes deixamos que o tempo e as obrigações do cotidiano coloquem pessoas queridas num determinado momento da vida chamado passado.
Como canceriana nata, nunca deixei meu passado em paz...rs. Principalmente o que vivi de bom, pessoas que fizeram parte da minha vida e que nunca esquecerei. Queria hoje listar cada uma delas, as mais especiais talvez, e ainda assim, certamente esquecerei de muitas, não me culpem! Correrei o risco de citar algumas, mas já pedindo o perdão caso eu "pareça ser injusta". Não foi essa a intenção desta postagem. Ainda assim, vou narrar algumas histórias...
Lembro-me da Escola Estadual "Tenente José Luciano"... Antes da escola, tenho poucas lembranças, mas de família, e família não vale. Eles já são especiais demais pra eu ficar falando deles aqui...rs. Voltando, lembro da Tia Maria Célia, diretora da Escola. Ela era sempre muito fofa, mto querida comigo, amiga da minha mãe, que na época exercia a mesma função. Minha "tia" do Jardim, a Tia Verinha. Tia Iza, do pré-primário. Brava pra daná, mas me tratava com muito carinho. Tia Honorina, professora da 1a. Série. Tia Marilene, da 2a. Tia Maria José... achava os olhos azuis dela tão doces... Tia Perpétua, acho que da 4a. série. Dos coleguinhas, muitos me acompanharam até a 4a. série: Karine, minha sempre melhor-amiga, irmã do meu coração, Andréia (também mto especial pra mim, fez parte de toda a minha infância), Davidson, Flaviano, Bryner, Claudinha, Laura, Simone, Solange, Iara.... Esses eu me lembro de "estalo", sem muitos esforços, e com carinho, sempre.
Daí, 5a a 7a séries... Colégio Angélica, um colégio de freiras cuja patrona, Angélica Silveira, é minha bisavó. Karine (ela estudou lá tb), Lorena, Juliana, Letícia, Klênio, Kellen, Daniele Borges... Na 8a. série, fui pro Polivalente (E. E. "Ana Letro Staacks"): Simone, Solange, Iara, Bryner, Davidson... aqueles lá do primário.
Aí, 1º ano do 2ºgrau. Conheci minha irmãzinha, Carol Hare. Conheci muito 'maluco' numa tal E. E. "São Sebastião", que fui cair por causa de uma prima do interiÔr que foi estudar em Timóteo comigo, a Fabiana, figura mto importante tb em minha infância e em minha adolescência. Lembro-me das figuraças Gutinha & Gutão, os gêmeos Gustavo e Eduardo. Lindos!!! Tinha meu amigo Marcelo, mto comédia... o Maguinho... Tinha o Max, maconheiro de tudo...rs. Tinha a Glauce "Pitita", gente boa. A Cláudia "Mantena", zóiuda que nem o Mantena do He-man. E tinha os agregados dessa época, que foi memorável em minha vida, personagens de uma fase de formação de "parte do que eu sou". O povo de Timóteo, Breno Pisca, Breno Loiro, Preto... Carla Loira, Carolina Maluf, Renata maluf, Ana Luíza, Fernanda, o Luciano Coutinho "Cotica"...rs, o Leozinho do Sta MAria... A delícia do dono do Dunas mais que bar...rs, o Peu. Esse aí eu furei o olho da Pitita no dia do aniversário dela, coitada. Ela ficava com o cara, e pediu pra ele me levar em casa... risos. Pilantra de nascença, principalmente quando bebe... Depois, num dia "sosso", conheci o Ricardo, primo desse Peu. Lindo, dentista, gato pra caramba. Sabe aquele dia que vc sái sem querer nada com nada, calça jeans e blusa branca?
TERMINO DEPOIS, PORQUE DEU 18H E TENHO QUE VAZAR PRA TIMÓTEO!!! DEPOIS EU CONTO O RESTO... RISOS. KISSES
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Paixões...
Hoje venho postar sobre paixões... Ontem, depois de um desabor, fiquei pensando sobre minhas muitas paixões, das mais diversas faces e intensidades, mas altamente presentes em minha vida.
O Futebol certamente está longe de ser uma PAIXÃO, mas foi o motivo do meu revertério psicÓTICO-passional. Ontem fui ao Mineirão, clássico Cruzeiro x Atlético, onde o Cruzeiro foi campeão mineiro, mais uma vez. Meu coração é atleticano, não tem jeito. Gosto e admiro o Cruzeiro-TIME, porque a torcida é aviadada mesmo. Não chega perto da paixão do atleticano, da raça, da vontade de ver o time evoluir. Ano passado, quando o Atlético foi campeão, senti a loucura da torcida, todos se abraçando com a notícia do título, uma emoção muito mais contagiante que a do cruzeirenze, talvez por estar mais acostumado a ganhar, não sei, mas senti uma frieza, senti mais vontade em diminuir o Atlético que vangloriar mais um título... O Cruzeiro-time é admirável. Cruzeiro-Administração também. Mas a torcida... tá por fora. Como decidi mudar conceitos nesses meus quase 30 anos, decidi virar Cruzeirenze. Porque não gosto de perder, porque já dei chances demais pro Atlético me fazer feliz, e de nada adiantou... Por isso, virei a folha, mas meu coração será sempre alvinegro, e tantas forem as vezes que o Atlético vencer o Cruzeiro, certamente meu coração irá vibrar junto à Galoucura, mas minha máscara a partir de hoje é Cruzeirenze. Ponto final nesse assunto de futebol.
Outra paixão: AMIGOS. Ontem, chateada com alguns acontecimentos, vi que não sou compreendida muitas vezes, que talvez ainda seja uma incógnita para pessoas que amo tanto. Percebi que o que concebo como respeito não é dividido com muitos dos meus amigos, e que minha frustração vêm em querer sempre ter um pouco do retorno do que ofereço. Não sou Jesus, não tenho a mínima pretensão de não deixar que uma mão saiba o que fez a outra, porque nunca neguei ser carente, nunca neguei gostar de sentir o agradecimento do que faço pelos meus amigos... Porra, vivo sozinha, longe da minha família, estou sem namorado/marido/cacho/peguete, ou seja... tenho meus amigos e minha família para suprirem minha carência. Nunca fingi que cobro isso deles, assim como cobro no meu trabalho a admiração pelo que faço, não pq me reconheça competente, mas porque faço o que faço por amor ao que faço, e quero sim, reconhecimento disso. E quando não acontece, me frustro, seja na amizade, ou no trabalho, em qual relação for... Nunca me bastou o meu "eu" saber-me isso ou aquilo, sempre tive necessidade de holofotes. Sou assim, e respeito de amigo está em entender as necessidades do outro e, se gostam de mim, gostam assim, como eu sou, como sempre fui. Não quero aqueles que me toleram, pq esses não são amigos. Quero os que me entendam, ainda que me briguem comigo, que não sejam o que espero deles, pq ninguém tem que se moldar a ninguém, mas que essa recíproca seja a mesma para ambos os lados. Nunca tive problemas em pedir desculpas, e essa palavra resume muita coisa, e repara tantas outras que ficaram assim, sem resolver... Amo tanto meus amigos que decepções me ferem de uma forma que talvez eles não entendam nunca. Quisera eu amar menos....
Agora, Família. Taí uma paixão que por mais que seja "cachoro/gato/galinha", me compraz mais. Por vezes me vejo como uma coroca, aquela que realmente vai ficar pra 'tia' pq não sái do rabo da família. Finais de semana prolongados, convites pra camping, passeios com amigos, e eu sempre lá, com minha família. É como se fosse meu refúgio, onde sei que o amor por mim compreende e afaga meus egos, onde me chamam a atenção quando erro com um amor tão lindo que me emociona e me faz enxergar melhor o que estou fazendo e qual caminho estou tomando. Onde encontro o colo da minha mãe, figura mais importante da minha vida, que amo acima de mim, acima de qualquer coisa, e que por vezes sou injusta, sou egoísta, sou um tanto de coisa que ela não mereceria nunca, mas que como imperfeita, eu faço.... Faço e me arrependo, mas a gente vive caindo nas armadilhas da vida, em nossas faces mais podres e repreensíveis, mas comuns ao ser humano. Mas ainda lotada de falhas, eu não sou nada sem minha família, e agradeço a todo o momento a Deus por ter me proporcionado tamanha dádiva. O amor mais Divino encontrei no seio dos meus, e sei que esse Cara é meu fã por causa da família que Ele me deu. Te amo, Senhor. Sou sua também, e boi não lambe! risos...
Meu trabalho... Ontem, duas horas parada na entrada do portão um do Mineirão, aguardando a chegada das minhas amigas, que nem um "dois de paus" estacionada, no sol, em pé... tentei tirar a raiva do meu coração e prestar atenção nas pessoas, que sempre tive como espelho da vida. Sempre gostei de observar 'o outro'. Vi várias coisas interessantes, os vendedores de água, gritando "Cerveja", para chamar a atenção do pessoal, visto que não pode vender bebida alcoolica no Mineirão. Vi namorados chegando, vi chefões, mulheres lindas, homens magníficos... E, observando, comecei a ser cumprimentada por amigos/colegas que frequentam a mesma roda que eu, em meu ambiente profissional. Vereadores, gente alta do Cruzeiro, advogados, colegas de trabalho, gente simples, fornecedores, marketólogos, galera de rádios/tv's/jornais/programas diversos, galera de bandas, artistas... Naquele momento em que deixei a raiva de lado, e prestei atenção nas pessoas, vi também que prestavam atenção em mim, e me senti importante e vaidosa. Devo isso ao meu trabalho, e rogo a Deus que eu seja sempre capaz de trabalhar e fazer as coisas acontecerem de tal forma que eu não passe despercebida num meio que é tão necessário aparecer, porque só há lugar para quem tem o que mostrar. Não há nesse caso falta de modéstia. É que em marketing, carregamos uma marca. E o valor dessa marca está no tanto que ela é conhecida e nos valores que ela carrega.
Sobre outra paixão, os Homens... não estou bem com vocês. Ainda amo essa raça maldita, mas prefiro falar deles depois. Mesmo pq, tenho que trabalhar...rs.
Tchau, gente.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
ESPETÁCULO II
O outro espetáculo foi Domingo (06/04). Ganhei umas cortesias pra ir ao Le’cirque. A alguns meses atrás fui ao circo de Portugal, depois de anos sem nem saber o que era isso. Tinha ido quando era criança, e como havia ganhado cortesias também (coisas de gerente de marketing...rs), e como o Gabriel, meu sobrinho de 5 anos estava lá em casa, resolvi levá-lo. Ver aquela magia de novo é sempre lindo... os artistas, acrobacias, os palhaços, os animais... no Circo de Portugal vimos chipanzés, leões, tigres, elefantes, cavalos... acho que só. No Le’Cirque, vimos camelos, dromedários, pôneis e girafas. Foi lindo! Quase chorei ao ver as girafas. Chega a ser emocionante. Agradeci a Deus a oportunidade de ver aquilo, e pedi que todos os animais de circo fossem bem cuidados, porque a magia que envolve aquele momento é emocionante... ver as crianças, ver o rostinho do Gabriel no momento em que a girafa pegou a cenoura na mão dele... nossa, dá uma coisa no coração... é mágico mesmo.
Não gosto de pensar na maldade das pessoas, se maltratam os animais de circo... prefiro acreditar que, assim como no axé tem os que buscam confusão e que são minoria, no circo há os que fazem ruindade sim, mas que não é tão comum. Afinal de contas, qual a oportunidade que teríamos de ver aqueles animais??? Entro em conflito com muita coisa, inclusive com o fato de que eles são tirados de seu habitat, e acho que ... preferia que eles estivessem livres, mas não serei hipócrita de negar a maravilha de poder vê-los, tocá-los ali, tão próximos. Ver a cara do Gabriel, e pensar que eu queria ter um filho, pra ter aquele mesmo olhar das mães que observavam seus rebentos admirados pela beleza dos animais e de tudo o que envolve o circo.
Aliás, o que pude perceber é que poucas pessoas de certo poder aquisitivo, eu diria classe A, B, AB.... elas não vão ao circo. O que a gente mais vê (tiro por base as duas últimas idas ao circo, o de Portugal e o Le’Cirque). E, quando veio o cirque du soleil todos os riquinhos se entusiasmaram. Era O ESPETÁCULO, ingressos vendidos um ano antecipado quase, dividido em não-sei-quantas-vezes no cartão, e só se falava nisso. Era devido ao status de ir ao CIRQUE DU SOLEIL, creio eu. Porque, assim como acontece com artistas nacionais, cinema nacional, etc, não valorizamos o que é nosso. O povão ta lá, na arquibancada, pagando 20/30 reais por uma cadeira num circo “popular”, pagando para que os filhos tenham a oportunidade de ver um pouco de magia e encantamento, mas os ditos ricos/”cultos”/sei lá mais o quê... os filhos deles só conhecem os palhaços que vão às suas festaças de aniversário para animar as crianças, e aqueles palhaços que vez por outra aparecem em programas infantis.
Em minha infância, fui a vários circos, parques, festas populares, dancei festa junina todos os anos da minha infância e adolescência, com direito a minhas irmãs e minha mãe indo às festas pra me ver dançar – já com mais de 15 anos!!!, sei quem foi o Bozo, vovó Mafalda, palhaço Pirulito, Piruquinha... Joguei queimada, mamãe-da-rua, pulei maré na frente da casa da minha amiga andréa, que morava duas casas após a minha, andei de bicicleta pelo bairro e pela cidade, fiz piquenique no jardim da escola com a merenda que a gente levava na merendeira... enfim, tive uma infância memorável, que gostaria que meus filhos, se um dia eu tiver, tenham também. Acho que parte da minha alegria vem de uma infância feliz.
Aliás, o que pude perceber é que poucas pessoas de certo poder aquisitivo, eu diria classe A, B, AB.... elas não vão ao circo. O que a gente mais vê (tiro por base as duas últimas idas ao circo, o de Portugal e o Le’Cirque). E, quando veio o cirque du soleil todos os riquinhos se entusiasmaram. Era O ESPETÁCULO, ingressos vendidos um ano antecipado quase, dividido em não-sei-quantas-vezes no cartão, e só se falava nisso. Era devido ao status de ir ao CIRQUE DU SOLEIL, creio eu. Porque, assim como acontece com artistas nacionais, cinema nacional, etc, não valorizamos o que é nosso. O povão ta lá, na arquibancada, pagando 20/30 reais por uma cadeira num circo “popular”, pagando para que os filhos tenham a oportunidade de ver um pouco de magia e encantamento, mas os ditos ricos/”cultos”/sei lá mais o quê... os filhos deles só conhecem os palhaços que vão às suas festaças de aniversário para animar as crianças, e aqueles palhaços que vez por outra aparecem em programas infantis.
Em minha infância, fui a vários circos, parques, festas populares, dancei festa junina todos os anos da minha infância e adolescência, com direito a minhas irmãs e minha mãe indo às festas pra me ver dançar – já com mais de 15 anos!!!, sei quem foi o Bozo, vovó Mafalda, palhaço Pirulito, Piruquinha... Joguei queimada, mamãe-da-rua, pulei maré na frente da casa da minha amiga andréa, que morava duas casas após a minha, andei de bicicleta pelo bairro e pela cidade, fiz piquenique no jardim da escola com a merenda que a gente levava na merendeira... enfim, tive uma infância memorável, que gostaria que meus filhos, se um dia eu tiver, tenham também. Acho que parte da minha alegria vem de uma infância feliz.
Bom, aqui tratei de circo, animais e criação infantil... foi uma suruba de assuntos, mas foram impressões que me impactaram, e quis registrar.
Comentem sobre o que quiserem, como quiserem, ou não comentem. Essa história de blog tem servido muito para meu diálogo comigo mesma, e ler opiniões dos outros sempre facilitam nosso questionamento acerca dos nossos valores.
Bjoka.
ESPETÁCULO I

Da esquerda para a direita: Fá, Alê, Carol e Grási
Sexta (04/04) fui ao Axé Brasil 2008 – 10 Anos. Fomos eu, Alê (axézeira de tudo nesta vida, quase uma Baiana – com acento porque baiano fala acentuado), Carol (emepebezeira de tudo nessa vida, do tipo que desconhece quem seja Durval, Tuca, Saulo ou Peixe... risos... e canta uma ou outra música de axé... muito engraçado!) e Fabiane (sertanejeira que nem eu, mas que vai pronkitoká a homaiada – coisa de afinidade, amiga...rsrsrs). Aliás, as quatro gostam de estilos variados de música e de homens, e isso é muito bom. A gente não vai brigar nunca entre nós! Risos. Mas a comédia foi garantida: chegamos atrasadas, por volta de quase 21h, já haviam tocado TerraSamba e Cheiro de Amor. Fiquei arrasada, porque como eu não tinha conseguido cortesia pra sábado, queria aproveitar tudo o que pudesse na sexta, visto minha dificuldade pra conseguir os abadas de camarote. Claro que eu, uma mulher de extrema elegância e charme jamais iria de povão. Suor de alguém em mim só de homem gostoso e na hora H! Sem contar que nos camarotes, principalmente o da AMBEV é que rolam os homens belos e abonados, como também os garotos de 20 e poucos anos, loucos pelas magníficas mulheres de 30! Claro que é ali que eu tenho que ficar...rs.
Alessandra e eu estávamos em casa, já temos algumas festas do tipo em nossa carreira de purpurinadas. Fá era cabacinha, mas piriguete que é piriguete se adequa a qualquer ambiente rapidamente, afinal de contas beleza e simpatia não faltam à minha amiga. Até coroa iluminada a morena estava exibindo, quase uma miss...rs. Natália Guimarães morreria verde ao se deparar com o charme de Fabiane Aparecida.... kkkkkkkkkkkkkkkkk.... (fala sério!)....rs. E Carol, gente... sem base! Carol, outra cabaço, olhava tudo como um novo mundo, mundo de gente diferente, que não sabe recitar poesias, desconhece pensadores, mas que conhecem o corpo, o remelexo, a sensualidade, e porque não dizer a vulgaridade, a breguice, a piranhagem... tem sim, como tudo na vida tem seus podres, em lugar que toca axé a podridão taí. Se é que podemos chamar isso de podridão, mas de certa forma é um lado ruim da coisa. Ainda que, eu realço com toda a minha experiência de axé, eu nunca tenha presenciado surubão. Amassos sim, e quem me dera eu, debaixo do chuvão que caía, estar com alguém que, como um ímã, se “pregasse” no meu corpo, a chuva caindo e os corpos quentes, como se nada mais existisse, e aqueles milhões de pessoas ao redor não fosse nada... Ainda que eu ame MPB também, estou certa de que nenhum emepebezeiro jamais beijaria como um axézeiro durante um show, e nenhum show de mpb se igualaria a um Axé Brasil. Aquilo é mágico, acredito que todo mundo merece ir e ver qual é. Porque é um mar de gente. Porque é pura alegria. Porque o ar exala sensualidade. Porque são 60 mil pessoas dentro de um estádio vibrando numa mesma sintonia, muitas com o coração pulsando a cada refrão mais apaixonado, outras buscando esquecer o cotidiano no agito daquele momento mágico, outros... burros, que entopem o rabo de cerveja e buscam confusão, mas esses são minoria... Enfim, a sintonia que falo é a alegria de sublimar-se. De se sentir mil coisas porque tem mil pessoas de diferentes idades, diferentes gostos, cores, alturas, desejos... e você pode ser o que quiser ali... afinal de contas, é uma mistura, e você está no meio, disposto a um tanto de coisa, mas na verdade querendo ser a mais gostosa do lugar e pegar um cara bem gato... pronto, falei, e é isso que todas querem. Claro que menos as que vão acompanhada. Essas querem cair no embalo, e como deve ser bom...
Mas a gente, eu e minhas amigas, apesar de pagarmos de “as mais gostosas”, a gente teve a maturidade de saber que nem sempre brilhar significa estarmos penduradas no pescoço de um fofo, pois a gente sabe que se ele não apareceu é porque ele não estava lá, infelizmente. Brilhar pra gente foi rir das manotas da Carol em seu momento axé-conheço-todos-os-vip’s, das minhas piadas e comentários bizarros e críticos, da Alessandra vixe-mainha-natural-da-bahia e da Fá, também conhecendo aquele mundo maravilhoso das Divas. Foi ver que somos fantásticas em qualquer lugar, seja no buteco do zé da esquina, na boate Swingers, na feira comprando verdura, no escritório trabalhando, no pub violão e voz, no samba suor e cerveja, no pop-rock Brasil ou no Axé Brasil, Axé Minas Gerais. Porque elegância é ser você, onde for.
Amigas, foi fantástico. Amei cada momento, amei sair de lá debaixo de chuva e descabelar-me toda atrás de um taxista que se condoesse com nosso estado lastimável, principalmente porque Alê já não era ela...rsrsrs. Espero que tenha sido memorável, porque se faltou nossos fofos, não nos faltou alegria e motivo pra querer sempre mais, seja o ritmo que for, a gente vai. Risos. “Se chamar eu vou/ Ao som que furta cor/ Que furta coração/ Que leva emoção, eu vou, eu vou".
sexta-feira, 4 de abril de 2008
CORAÇÃO VAZIO
"Mas chega. Hoje decidi que estou prestes a assumir meu coração vazio. Não decidi isso movida por uma grande coragem ou por um momento de iluminação. Nada grandioso aconteceu. Apenas sinto que dei um pequeno, quase imperceptível, passo para uma vida mais madura. Eu simplesmente não suporto mais pintar o céu de cor-de-rosa para achar que vale a pena sair da cama." Tati Bernardi - o não texto
Por várias vezes busquei essa vida mais madura, aceitar que não tenho quem amar agora, e que tenho que lidar com isso. E acredito que AGORA estou levando numa boa, mas constantemente entro em crises quanto a isso. Sou uma mulher apaixonada, altamente passional. Sinto falta de ter um número gravado no meu celular com nome Amor, sinto falta das mensagens, sinto falta daquela dor no coração depois das brigas, e sinto mais falta ainda das reconciliações.
Nunca lidei bem com o tal "eu me amo e isso basta". Me amo sim, acredito até que eu tenha algum problema de auto-estima, mas sou muito vaidosa, adoro os elogios que recebo da homaiada do escritório que trabalho, adoro quando ando na rua e percebo os olhares. Mas cansei da vida de solteira, sinto falta de amor, sinto falta de gostar, sinto falta de paixão. Sinto falta de fazer amor... e não sexo. Sexo é bom, é ótimo, mas fazer amor faz falta. Carinho, cumplicidade.
É mais ou menos aquela história: "Eu não preciso de você nem pra andar nem pra ser feliz, mas como seria bom andar e ser feliz ao seu lado" (TB). Como é bom ter alguém a quem gostar, alguém pra dar e ganhar presentes...
CACETE, EU QUERO UM NAMORADO!!! ONDE VENDE ESSA MERDA??? (Opa, esqueci que não tenho dinheiro pra pagar algo tão raro...rsrsrs)
segunda-feira, 31 de março de 2008
QUEM É ELA??? .... A .....
A amiga do Ticiano, que posta em nosso blog e também no do Ticiano... Que polemiza, mas não fala o nome??
Sabe o que é, A? É que a gente é curiosa pra caramba, e fica todo mundo querendo saber quem é quem, e confesso que nunca fui boa em jogos do tipo "Detetive", ou descobrir quem matou Odete Hoitman e outras façanhas de filmes e novelas, etc...
Acho que faço parte do perfil de mulher que prefere o óbvio. Adoro joguinhos, mas me irrito qual criança pirracenta se eles não tomam o rumo que quero.
Então é por isso que gostaria que vc abrisse seu coração, sua vida e seu nome...rs. Claro, se vc quiser. Se não, a gente vai continuar BEGES de tanta curiosidade...rs
Sabe o que é, A? É que a gente é curiosa pra caramba, e fica todo mundo querendo saber quem é quem, e confesso que nunca fui boa em jogos do tipo "Detetive", ou descobrir quem matou Odete Hoitman e outras façanhas de filmes e novelas, etc...
Acho que faço parte do perfil de mulher que prefere o óbvio. Adoro joguinhos, mas me irrito qual criança pirracenta se eles não tomam o rumo que quero.
Então é por isso que gostaria que vc abrisse seu coração, sua vida e seu nome...rs. Claro, se vc quiser. Se não, a gente vai continuar BEGES de tanta curiosidade...rs
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